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Correio da Manhã

Opinião
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14 de Abril de 2008 às 00:30

SIM

"São frequentes as reconciliações entre vítima e agressor", constata o procurador Marques Vidal, com base na experiência da repetição de desfechos de casos de violência doméstica. Assim sendo, vale a pena o Estado dar uma ajuda. Numa sociedade cada vez mais divorciada, tudo o que permita salvar um lar, uma família, será positivo.

Paulo João Santos, Editor de Fecho

NÃO

O Estado não pode apadrinhar o que, por força da natureza dos agressores, tem fortes probabilidades de acabar em morte. A quem tem comportamentos desviantes não se oferece alimento. O Estado, deve sim, ajudar as vítimas, que nem sempre são mulheres, a não saírem prejudicadas ou duplamente vitimizadas.

Manuela Guerreiro, Subeditora de Sociedade

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