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Correio da Manhã

Opinião
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Fator Covid-19

O Orçamento deve ter presente que a Covid não é passado.
Paulo João Santos 23 de Outubro de 2021 às 00:33
Os sinais que chegam do Reino Unido e da Europa de Leste devem deixar-nos em alerta sobre a possibilidade de uma ‘recaída pandémica’, obrigando a um regresso aos confinamentos, com tudo o que isso significa do ponto de vista económico e social. O número de novos casos e mortes por Covid está a aumentar em muitos países.

É certo que o elevado nível de vacinação e o arranque da terceira dose para a população mais idosa, a par da toma da gripe, conferem-nos um grau de proteção robusto, mas poderá não ser suficiente para escapar a uma nova vaga do vírus, numa altura em que o inverno está à porta. Um cenário para levar muito a sério e que o próximo Orçamento do Estado terá de salvaguardar, reservando uma verba considerável para acudir a qualquer imprevisto e contemplando um plano estratégico de combate, nas várias áreas da governação, a um eventual regresso em força da pandemia.

Pode parecer uma questão menor, lateral, mas basta olhar para o que vivemos desde março de 2020 para perceber o quanto é importante ter presente que a Covid não é passado e que é preciso estar bem preparado para lhe fazer frente.
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