António José Seguro mais popular do que o primeiro-ministro
Governo da AD com a pior da imagem das instituições com 2,5 pontos. Avaliação da Assembleia da República cai a pique. Popularidade de José Luís Carneiro baixa, mas secretário-geral do PS só perde para Rui Tavares, que já saiu do Livre.
A Polícia Judiciária renova o estatuto de instituição com melhor imagem aos olhos dos inquiridos do barómetro da Intercampus, seguida da Presidência da República, que, com António José Seguro, continua a ter nota positiva dos portugueses. Segundo os dados recolhidos pela Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV, NOW e ‘Negócios’, a PJ mantém 3,6 pontos, numa avaliação de 1 (atuação muito negativa) a 5 (muito positiva).
Segue-se o Presidente da República, António José Seguro, que desceu 0,1 pontos, fixando-se nos 3,3, a mesma pontuação obtida em maio. Apesar de uma ligeira descida, o chefe de Estado, que tem tido uma atuação discreta, é mais popular em comparação direta com o primeiro-ministro. Com uma ligeira subida este mês, Luís Montenegro segue com 2,6 pontos, a mesma avaliação que obtém enquanto líder partidário. Já a imagem da Assembleia da República tem vindo a cair mês após mês, registando em julho 2,6 pontos. No fim da tabela está a imagem do Governo da AD (2,5).
No que diz respeito aos líderes partidários, José Luís Carneiro (PS) vê a sua avaliação a descer 0,2 pontos (para 2,7). Perdeu o lugar cimeiro da tabela dos melhores líderes para Rui Tavares (2,8), que entretanto abandonou a liderança do Livre. A fechar o pódio está a presidente da IL, Mariana Leitão, com 2,7, uma ligeira subida face ao mês de junho. Já no último lugar do ‘ranking’ está o coordenador BE, José Manuel Pureza (2,3).
Palma Ramalho sai viva após o chumbo do pacote laboral
Parte dos portugueses acham que o primeiro-ministro deve segurar a ministra do Trabalho, mesmo, após o chumbo da lei laboral no parlamento a 19 de junho. As opiniões dividem-se, mas 45% dos inquiridos defende a continuidade de Mária do Rosário Palma Ramalho e 38,1% pede a sua demissão. Contudo há uma margem considerável de indecisos (16,9%). Já depois da rejeição do pacote laboral, a ministra conseguiu a aprovação da Prestação Social Única.
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