Ex-autarca da Covilhã sem memória

Jorge Pombo, presidente da Câmara da Covilhã (PS) à data da adjudicação da obra da central de lixos da Cova da Beira, em 1997, disse ontem em tribunal não se lembrar de pormenores do processo, alegando ter delegado o assunto a Augusto Teixeira, que já faleceu.

14 de setembro de 2012 às 01:00
JORGE POMBO, COVILHÃ, AUTARCA, COVA DA BEIRA, JULGAMENTO Foto: direitos reservados
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O antigo autarca, que falou na terceira sessão do julgamento de António Morais, Ana Simões e Horácio Carvalho, por suspeitas de favorecimento da empresa HLC, contrariou os váriosautarcas que garantiram que Pombo "fez questão de chamar a si toda a condução do processo".

Jorge Pombo e o seu assessor, juntamente com José Sócrates, na altura secretário de Estado do Ambiente, foram visados nas cartas anónimas que deramorigem à investigação e que os denunciavam por terem recebido mais de 1,5 milhões para viciar o concurso. O julgamento prossegue no dia 3 de Outubro.

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