Ex-presidente do Metro de Lisboa com ‘tacho’ no Governo

Maria Helena Campos passou a Adjunta no gabinete da Secretária de Estado da Mobilidade um dia após ter saído da administração do metropolitano.

21 de janeiro de 2026 às 01:30
Maria Helena Campos, ex-presidente do Metro de Lisboa
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A ex-presidente do Metro de Lisboa (ML) passou a Adjunta da Secretária de Estado da Mobilidade um dia após ter saído da liderança do metropolitano. O despacho com a nomeação de Maria Helena Campos, ontem publicado em Diário da República, produz efeito desde 1 de janeiro.

A engenheira de formação, de 59 anos, deixou a administração do ML, onde estava desde junho 2024, a 31 de dezembro de 2025. Foi nessa altura substituída por Cristina Vaz Tomé, que integrou o primeiro Governo de Montenegro, por indicação dos antigos colegas de Executivo.

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A nomeação levará a que o nível salarial de Maria Helena Campos diminua ligeiramente, passando o ordenado bruto de cerca de 4 900 euros no ML para perto de 4 100 euros nas atuais funções, sem contar com as despesas de representação. É agora Adjunta de Cristina Pinto Dias, que a 22 de junho de 2015 saiu da CP com uma indemnização de cerca de 80 mil euros e, no dia seguinte, foi nomeada para a administração da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, pelo Governo PSD/CDS-PP de Passos Coelho.

Vaz Tomé, que foi secretária de Estado da Gestão da Saúde, tem Pedro Folgado como seu vice-presidente no ML. É marido da secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros, Ana Isabel Xavier.

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