Governo ajusta IRS mas evita “erro económico”

PSD anunciou nova medida para igualar o terceiro e o quarto escalão às propostas do PS e do Chega.

16 de maio de 2024 às 01:30
Foto: ANTÓNIO PEDRO SANTOS/ lusa

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Na estreia nos debates quinzenais, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse que está disponível para “aproximar posições” e conseguir um “compromisso alargado” com a oposição sobre as mudanças no IRS, mas recusou manter “o erro económico” do Governo anterior. Para isso, o PSD anunciou que fez um “esforço de negociação” e igualou o terceiro (entre 11 623 € até 16 472 €) e o quarto escalão (entre 16 472 € até 21 321 €) às propostas do PS e do Chega que defendem uma descida da taxa para 22% e 25%, respetivamente.

O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, acusou o Executivo de ter um “discurso catastrofista” e desafiou Montenegro a fazer “uma redistribuição mais justa” no IRS. No Chega, André Ventura disse ter ficado “chocado” com a proposta de corte no IRS do Executivo que “nem dois cafés paga”, recebendo de Montenegro a acusação de que está “mais socialista do que os socialistas”. O governante prometeu mudanças “em breve” para resolver as questões da imigração, e também a divulgação “do programa de emergência para a saúde” (uma das prioridades do Governo) para daqui a duas semanas.

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