Governo considera ser útil a acumulação de Patrão
O Ministério das Finanças considera que a acumulação de funções de Luís Patrão, presidente do Instituto de Turismo de Portugal e vogal do Conselho-Geral e de Supervisão da TAP, não é incompatível, mas uma mais-valia. "Não se considera existir incompatibilidades, sendo pelo contrário útil, devido à sensibilidade aos fluxos turísticos dada pelas funções que desempenha no ITP", afirmou fonte oficial do Ministério da Finanças quando questionada pela Lusa sobre a acumulação dos dois cargos por Luís Patrão.
Conforme avançou o CM na passada segunda-feira, Luís Patrão ganhava no ano passado cerca de sete mil euros por mês na TAP. O Ministério das Finanças esclareceu ainda que a nomeação de Luís Patrão "é da responsabilidade da Parpública", empresa estatal e accionista única da TAP.
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