Centeno afirma que "o que vimos foi a esquerda a desviar-se para ser ultrapassada pela direita"

Ministro das Finanças considerou que o diploma "na sua raiz" correspondia às propostas do CDS e do PSD.

03 de maio de 2019 às 20:43
Mário Centeno Foto: CMTV
Mário Centeno
Mário Centeno no Parlamento Foto: André Kosters/Lusa
Mário Centeno no Parlamento Foto: André Kosters/Lusa
Mário Centeno, Minitro das Finanças Foto: Lusa
Mário Centeno Foto: CMTV

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O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou esta sexta-feira que a aprovação das propostas de alteração que recuperam o tempo integral de serviço dos professores mostram "a esquerda a desviar-se para ser ultrapassada pela direita".

"O que ontem vimos foi a esquerda a desviar-se para ser ultrapassada pela direita e aprovar algo que não estava nas nossas posições comuns", disse o ministro das Finanças em entrevista à SIC.

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Mário Centeno considerou que o diploma "na sua raiz" correspondia às propostas do CDS e do PSD e o que o Bloco de Esquerda (BE) e o PCP fizeram foi "abster-se numa boa parte do diploma".

"O que foi aprovado não foi a proposta do BE nem do PCP, mas sim o diploma que tem na raiz as propostas do CDS e do PSD às quais estes partidos tiraram os travões da sustentabilidade", sublinhou o governante.

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"Em política, e em particular na condução da governação, as cautelas não se medem por estarmos ou não sozinhos", considerou.

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