IL defende que caso de gabinete de André Ventura tem de ser investigado

Para Mariana Leitão, caso se confirmem falhas de segurança essas terão "de ser corrigidas".

28 de julho de 2026 às 13:27
Mariana Leitão, da Iniciativa Liberal Foto: RUI MINDERICO/LUSA
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A presidente da Iniciativa Liberal mostrou-se esta terça-feira preocupada com o alegado ato de vandalismo no gabinete do líder do Chega na Assembleia República, defendendo que o caso deve ser investigado.

"É óbvio que é uma situação que me preocupa, é óbvio que isto tem de ser investigado e tem de ser percebido quais foram as eventuais falhas de segurança que ocorreram", afirmou Mariana Leitão, que falava aos jornalistas à margem de uma conferência da Iniciativa Liberal em Leiria, intitulada "Portugal Mais Resiliente: Um debate sobre a proteção civil do século XXI".

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A líder da IL comentava um eventual ato de vandalismo ou furto no gabinete de André Ventura, que usou esta terça-feira as redes sociais para afirmar, num vídeo, que o espaço tinha sido invadido.

Para Mariana Leitão, caso se confirmem falhas de segurança essas terão "de ser corrigidas".

"A Assembleia da República é um espaço onde trabalham as forças políticas, onde trabalham muitas pessoas e onde obviamente tem de haver uma confiança na inviolabilidade dos espaços que ali estão", disse.

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Segundo a líder da IL, o incidente deve ser investigado até "ao mais pequeno detalhe para se conseguir perceber as causas, a origem e fazer as correções que sejam necessárias fazer".

A Polícia Judiciária confirmou à Lusa que estava a efetuar diligências no local, através da Unidade Nacional Contraterrorismo.

Em declarações aos jornalistas no Parlamento, André Ventura disse que "alguém se introduziu" no seu gabinete, "vandalizando o próprio gabinete e levando algumas coisas".

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O líder do Chega indicou que, além de pertences pessoais, "desapareceram dois tipos de documentos e também 'pens'". Um dos lotes referente à "comissão de inquérito a Luís Neves" e o outro com "informação política relacionada com o gabinete do primeiro-ministro, e já tinha mais de um ano".

Ventura recusou que se tenha tratado de uma encenação.

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