MAI promete avaliar reativação de 2.ª Equipa de Intervenção Rápida da PSP de Coimbra
"Vamos tomar decisões rápidas. O que importa é tomar-se uma decisão, porque a partir da tomada da decisão as coisas vão andando", assegurou Luís Neves.
O ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves, garantiu esta quarta-feira que vai analisar a possibilidade de reativar a 2.ª Equipa de Intervenção Rápida (EIR) da PSP de Coimbra, reclamada numa petição pública com mais de 10 mil assinaturas.
"Se chegarmos à conclusão que é necessário e que há meios para tal, será reativado. Se não, será repensado", sublinhou, acrescentando que os meios "são escassos" e "não dão para tudo", sendo necessário "criar opções".
Depois de uma reunião com a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, que decorreu esta tarde com o intuito de avaliar a nova localização da Esquadra n.º 2 da PSP de Coimbra, no Terreiro da Erva, na Baixa da cidade, Luís Neves prometeu olhar para a questão "que desconhecia" e falar com a direção nacional da PSP sobre a possível reativação da 2.ª EIR da PSP de Coimbra, extinta em 2024.
Aos jornalistas indicou que, na próxima segunda-feira, a PSP vai afetar 360 pessoas às fronteiras aeroportuárias, mas deixou a promessa que "o Governo tudo fará para que todos os territórios e as pessoas possam sentirem-se em segurança".
"Uma polícia próxima, uma polícia ativa, uma polícia visível. E, por isso, a questão que colocou relativamente à reativação será repensada e, naturalmente, haverá respostas para dar às pessoas", afirmou.
Já sobre a nova localização da Esquadra n.º 2 da PSP de Coimbra, que está a ser apontada para o Terreiro da Erva, que visitou esta tarde, o governante prometeu uma decisão célere.
"Vamos tomar decisões rápidas. O que importa é tomar-se uma decisão, porque a partir da tomada da decisão as coisas vão andando", assegurou.
A ocasião serviu ainda para Luís Neves indicar que, na reunião desta tarde, esteve em cima da mesa a questão do Centro de Meios Aéreos de Coimbra, frisando que "as pessoas não podem estar a trabalhar em contentores" e que deverão ser criadas "condições de dignidade para exercer a sua missão".
"Se calhar muito mais cedo do que aquilo que é expectável ou que é normal nestas situações, nós iremos tomar decisões para irmos ao encontro daquilo que são os desejos da autarquia, dos autarcas, e os desejos deste Governo, que é dar, de facto, condições a quem trabalha", concluiu.
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