Nobre: "Reponham a Linha da Lousã rapidamente"

Fernando Nobre defendeu esta quarta-feira a "reposição rápida" dos carris no Ramal da Lousã, lamentando que tenha sido desmantelada a ferrovia sem garantir primeiro a realização das obras do metro. O candidato presidencial afirmou que nunca deveriam acabado com a ligação de comboios “sem haver uma substituição alternativa”.

19 de janeiro de 2011 às 13:13
fernando nobre, eleições, liusã, metro, coimbra, ramal, comboios Foto: Lusa/Mário Cruz
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"Não se arranca um meio de transporte sem ter construído a sua substituição. O que importa é ter em conta as pessoas, que merecem ser tratadas com sensibilidade", disse, ao ser abordado, em Coimbra, por responsáveis do movimento cívico que contesta a suspensão das obras do metro na linha centenária que liga Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra.

No final de uma visita ao Mercado D. Pedro V, o candidato à Presidência da República disse que "as populações têm direito à indignação, como dizia há bastantes anos o doutor Mário Soares".

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"Por favor, reponham a Linha da Lousã rapidamente", pediu a António Simões, antigo candidato do PS à Câmara de Miranda do Corvo e administrador não executivo da Metro Mondego, que falava com Fernando Nobre.

Para Fernando Nobre, "o que se passou com o comboio que ligava Coimbra à Lousã foi uma absurdo", considerando que "agora só há uma solução, já está à vista com os cortes orçamentais. Metro, enfim, não acredito", desabafou, vincando a necessidade de repor a ligação ferroviária que existiu até há um ano atrás.

A Assembleia da República debate esta quarta-feira, em plenário, uma petição promovida pelo Diário de Coimbra que contesta a suspensão das obras previstas para a cidade de Coimbra e para o Ramal da Lousã no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego.

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