Partido 'RIR' de Tino de Rans apresenta-se esta terça-feira

Reagir, Incluir e Reciclar (RIR) é presidido por Vitorino Silva.

04 de fevereiro de 2019 às 20:05
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Vitorino Silva, Câmara de Penafiel, Tino de Rans, Câmara de Penafiel, Marcelo Rebelo de Sousa, Feira de S. Martinho, política, partidos e movimentos, eleições Foto: CMTV

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O partido Reagir, Incluir e Reciclar (RIR) irá entregar, esta terça-feira, as 7.500 assinaturas para formalizar o pedido de formação partidária no Tribunal Constitucional, avança o jornal Público. Presidido por Vitorino Silva, apresentado como sendo "conhecido como Tino de Rans", o RIR pretende "incluir os cidadãos nas decisões políticas e reciclar o poder do voto dos eleitores".

"O RIR é um partido político que nasceu com o propósito integrador de aproximar os cidadãos da política e vice-versa. A sigla do partido é por si só uma mensagem de ação política", refere em comunicado o Reagir, Incluir e Reciclar.

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Para as eleições legislativas de 6 de outubro de 2019, o futuro partido terá como cabeça de lista pelo Porto o presidente, Tino de Rans, enquanto Margarida Ferreirinha Loureiro e Marinei de Dias são os dois primeiros nomes por Lisboa. De acordo com o Público, o RIR está ainda a avaliar se vai ou não concorrer às eleições europeias, marcadas para o próximo mês de maio.

"A democracia está ameaçada, a abstenção eleitoral é cada vez mais elevada, há um grande afastamento entre os políticos e os cidadãos, é urgente reagir, é preciso incluir os cidadãos nas decisões políticas e reciclar o poder do voto, o poder dos eleitores", refere o comunicado do RIR.

O futuro partido indica querer ainda "reciclar a democracia", para que "Portugal continue a ser um país de multiculturalidade e de Paz", apontando como mote "dar voz aos milhares de pessoas principalmente trabalhadores que não se sentem representados no atual sistema político".

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Ex-candidato presidencial em 2016, Vitorino Silva iniciou a sua vida política em 1993, quando foi eleito nas listas do PS para Presidente da Junta de Freguesia de Rans, em Penafiel. Em 1997 foi reeleito e, dois anos depois, deu nas vistas durante o 11.º Congresso do PS com um discurso que terminou em abraços a António Guterres, então secretário-geral do partido.

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