Paulo Sande diz que devolveu salário pago pela Presidência da República
Candidato do partido Aliança explica que suspendeu funções há três meses, mas que este mês foi-lhe feito o pagamento.
Paulo Sande desvaloriza a polémica em torno do vencimento que lhe foi pago pela Presidência da República como assessor político de Marcelo Rebelo de Sousa.
O candidato do partido Aliança explica que suspendeu funções há três meses, mas que este mês foi-lhe feito o pagamento, o que é "um direito seu", no entanto pediu de imediato a devolução do dinheiro. "Apesar de ser um direito, disse imediatamente que não queria receber. Acho que devo dar o exemplo", disse o candidato em campanha no Porto. Sobre o facto de a notícia ter surgido a dois dias do fim de campanha, Sande não tem dúvidas que é uma manobra que tem a intenção de melindrar.
"Obviamente que sim, mas também estou a aprender. Tudo tem um objectivo, nada que eu não estivesse à espera. Já suspeitava que isso fosse acontecer e aconteceu", esclareceu.
A lei eleitoral prevê que todos os funcionários que sejam candidatos a eleições têm direito a dispensa no mês antes do ato eleitoral.
Paulo Sande está em campanha no Porto. Almoçou no Mercado Bom Sucesso, onde contactou com algumas pessoas. Termina o dia com um jantar, que vai contar com a presença de Rui Moreira.
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