Prédio lança polémica na Guarda

O presidente da concelhia da Guarda do CDS-PP e candidato à presidência da Câmara Municipal, Joaquim Canotilho, acusou ontem o candidato do PS, Joaquim Valente, de cometer “ilegalidades” quando foi vereador do Urbanismo, colocando-se à disposição do Ministério Público para “apresentar documentos comprovativos”.

12 de setembro de 2005 às 00:00
Prédio lança polémica na Guarda Foto: Paulo Santos Pereira
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Joaquim Canotilho explicou que “um prédio implantado no bairro do Pinheiro ocupou quase 200 m2 à via pública e comprometeu seriamente o projecto da cooperativa Casa Jovem”, da autoria de Siza Vieira.

“A própria autarquia saiu prejudicada porque ninguém pagou o prejuízo público”, referiu Joaquim Canotilho, adiantando que Joaquim Valente era vereador do urbanismo e, portanto, “teve responsabilidade ou co-responsabilidade nesta ilegalidade”.

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Confrontado com as acusações, Joaquim Valente negou qualquer responsabilidade e adiantou que quando tomou posse “o prédio em causa já estava edificado e habitado”, pelo que “ desconhece os pormenores” que envolveram a obra.

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