Presidentes transladados para o Panteão Nacional dois anos após a morte

PS, PSD e Marcelo querem que Mário Soares seja homenageado.

07 de julho de 2018 às 09:35
Panteão Nacional, em Lisboa, onde estão sepultadas figuras como Amália Rodrigues e Eusébio Foto: Pedro Catarino
Panteão Nacional Foto: Jorge Paula
Sophiade de Mello Breyner Andresen, Panteão, Nacional, cerimónia, trasladação, cemitério, Carnide Foto: LUSA / MIGUEL A. LOPES
Panteão Nacional, Santa Engrácia, igreja, Aquilino Ribeiro, Eusébio, Amália Rodrigues, presidentes Foto: Pedro Catarino / Correio da Manhã

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Um projeto de lei entregue ontem no Parlamento, da autoria de vários deputados do PS e do PSD, propõe que os chefes de Estado e antigos chefes de Estado, possam ser transladados para o Panteão Nacional dois anos após a sua morte.

Em 2016, o Parlamento aprovou, por unanimidade, uma alteração à lei para estabelecer que a deposição dos restos mortais só pode ocorrer passados 20 anos da morte dos cidadãos. Sem questionar a ‘oportunidade’ e o espírito da lei aprovada em 2016, os deputados sustentam que "importa salvaguardar que o tributo devido a chefes de Estado possa ser prestado com a necessária tempestividade".

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Além dos líderes parlamentares do PS e do PSD, Carlos César e Fernando Negrão, o projeto de lei é subscrito pelos socialistas Miranda Calha, Sousa Pinto, Hortense Martins, Bacelar de Vasconcelos e Duarte Pacheco (PSD). Ao mesmo tempo, deu entrada um projeto de resolução, que tem o acordo de Marcelo Rebelo de Sousa, para que sejam concedidas honras de Panteão Nacional a Mário Soares, que morreu em 7 de janeiro de 2017.

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