Rita Matias do Chega é chamada “fascista” e impedida de participar em iniciativa escolar em Mangualde
"Haverá maior fascismo do que este, o de cancelar debates plurais e democráticos?", questionou a deputada na plataforma X.
Rita Matias, deputada e coordenadora da juventude do Chega, foi impedida de participar numa iniciativa do Parlamento dos Jovens, na tarde desta terça-feira, 16 de janeiro, na Escola Secundária Felismina Alcântara, em Mangualde.
"Fui convidada pelos alunos a estar presente num debate, mas a escola impediu a realização do mesmo", denunciou Rita Matias nas redes sociais.
"Estava à conversa com eles [estudantes] no exterior da escola quando a Presidente do Conselho Geral interrompeu para me chamar fascista e disse que proibiram o evento porque não querem normalizar o fascismo", complementou.
Ao que o Correio da Manhã apurou, a deputada tentou desvalorizar e aproveitou o momento para tirar fotografias com os alunos da secundária de Mangualde. "Haverá maior fascismo do que este, o de cancelar debates plurais e democráticos?", questionou a coordenadora da juventude do Chega.
O presidente da comissão política distrital de Viseu do Chega, que também estava na escola, assistiu a tudo e apelidou a atitude de "inaceitável". "Vou avançar com uma queixa-crime no Ministério Público contra a conduta da senhora", resumiu João Tilly.
O Correio da Manhã tentou uma reação junto da escola, mas Joaquim Loureiro, diretor do Agrupamento de Escolas de Mangualde, não se mostrou disponível para comentar.
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