Seguro diz que "Estado português não está preparado" para reagir a catástrofes
Candidato presidencial defendeu que é preciso "acudir às pessoas e às empresas" para que estas voltem a ter uma vida normal.
O candidato presidencial António José Seguro defendeu esta quinta-feira que, com as recentes tempestades, ficou claro que o "Estado português não está preparado para reagir a catástrofes desta natureza", considerando que deve acudir às pessoas e empresas.
No final de uma visita à DNA Cascais, Seguro foi questionado sobre as últimas horas e a tempestade que assolou o território português, com cheias em vários concelhos.
"Há algo que é claro para toda a gente. É que o Estado português não está preparado para reagir a situações desta natureza. E tem que estar", respondeu aos jornalistas.
O candidato presidencial apoiado pelo PS insistiu várias vezes nesta ideia de impreparação do Estado português para responder a este tipo de catástrofes e defendeu que é preciso "acudir às pessoas e às empresas" para que estas voltem a ter uma vida normal.
"E eu não consigo compreender como é que ainda não se restabeleceu o fornecimento de energia elétrica e de água a toda a população", condenou, reiterando que este não é ainda o momento de apurar responsabilidades, que deve ficar para depois da resposta à situação urgente, devendo ser essa a prioridade.
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