Seguro pede que diálogo sobre lei laboral "nunca se esgote" e promete ser coerente com declarações em campanha

Presidente da República defendeu em campanha eleitoral de que não promulgaria a lei laboral caso não houvesse um acordo em concertação social.

09 de abril de 2026 às 19:09
António José Seguro Foto: José Sena Goulão/Lusa
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O Presidente da República pediu esta quinta-feira que "o diálogo nunca se esgote" sobre as alterações lei laboral e prometeu que será "sempre coerente" com as declarações feitas em campanha, quando disse que, sem acordo na Concertação Social, vetaria esta reforma.

"Eu ontem [quarta-feira] respondi-lhe que sou uma pessoa otimista, e eu considero que o país precisa muito de diálogo. Ainda não foi possível chegar a esse entendimento, segundo as declarações que foram feitas pela UGT, mas eu renovo essa necessidade de que o diálogo nunca se esgote porque é através do diálogo que pode haver convergência", respondeu António José Seguro aos jornalistas durante uma visita ao quartel dos bombeiros voluntários de Pedrógão Grande, em Leiria.

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Questionado sobre se mantinha a mesma posição, que defendeu em campanha eleitoral, de que não promulgaria a lei laboral caso não houvesse um acordo em concertação social, o Presidente da República respondeu: "eu serei sempre coerente com as declarações que fiz".

O Secretariado Nacional da UGT rejeitou esta quinta-feira a atual proposta de revisão de alteração à legislação laboral apresentada pelo Governo e apelou à continuação das negociações, tendo o executivo assegurado, pela voz do ministro da Presidência, que mantém "a porta aberta para completar a negociação".

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