Sócrates acusa PSD de querer vingança

José Sócrates começou ontem o dia em Matosinhos com duras críticas ao PSD, referindo-se àqueles que fazem "uma campanha de ataques pessoais e revelam mesquinhez e pequenez política".

30 de maio de 2011 às 00:30
PASSOS COELHO, SÓCRATES, PS, PSD, ELEIÇÕES, LEGISLATIVAS Foto: MÁRIO CRUZ/LUSA E TIAGO PETINGA/LUSA
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À tarde, num comício no Porto, onde a ‘estrela’ foi Mário Soares, o líder do PS resumiu a campanha do PSD a "um discurso da vingança e de ressentimento" de "quem nunca aceitou os resultados eleitorais" de 2009.

O PSD também andou pelo Norte e, num comício em Penafiel, Passos Coelho dirigiu-se aos portugueses pedindo-lhes que não perdessem tempo "com quem já sabem que fracassa". E sublinhou que o sufrágio vai ser uma oportunidade para "castigar o Governo" e "salvar Portugal". Já no comício da Afurada, Gaia, onde estiveram Luís Filipe Menezes e Marco António Costa, o líder do PSD refutou a ideia de que o PSD queira a "desforra". No final, pediu um "cartão vermelho" ao Governo.

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SEGREDO DE ESTADO

Quem anda à chuva molha-se. Depois de algumas chuvadas em campanha, José Sócrates não arriscou mais uma carga de água no Porto. Com as nuvens escuras a ameaçar, o PS decidiu mudar o local do comício, que seria ao ar livre na praça D. João I, para o abrigado Pavilhão Rosa Mota, no Palácio de Cristal. Os apoiantes foram avisados em cima da hora.

SEGREDO DE ESTADO

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As canetas cor-de-laranja do PSD foram ontem um dos produtos mais procurados na Feira do Relógio, em Lisboa, onde o candidato Fernando Nobre andou em campanha, recebendo com fair-play o apoio de alguns e críticas de outros. "És médico, vai trabalhar" ou "vira-casacas" foram algumas das expressões usadas e sempre abafadas pela incansável Juventude Social Democrata.

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