Marcelo reafirma exigência de que se apurem todas as responsabilidades de Tancos "doa a quem doer"

Presidente da República mantém posição de se ir até às últimas consequências no caso do desaparecimento e reaparecimento das armas militares.

25 de outubro de 2018 às 19:10
Marcelo Rebelo de Sousa em visita ao Centro de Saúde de Queluz Foto: Lusa
Marcelo, Tancos, roubo de armas Foto: CMTV
Roubo Tancos
Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, ONU Foto: CMTV
Marcelo Rebelo de Sousa em Tancos com o ministro da Defesa e o CEME Foto: Rui Miguel Pedrosa/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa visitou base dos páraquedistas em Tancos Foto: Rui Miguel Pedrosa/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa Foto: Lusa

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O Presidente da República reafirmou esta quinta-feira que "não sabia" e não sabe o que se passou no furto e recuperação das armas de Tancos, mantendo a exigência de que se apure todas as responsabilidades "doa a quem doer".

"Eu desde o ano passado exijo o mesmo. Quero saber o mesmo e digo aliás com a mesma expressão - doa a quem doer - o que é uma expressão suficientemente ampla para cobrir todos os poderes envolvidos e todas as responsabilidades", respondeu Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas à saída de uma visita ao DCIAP (Departamento Central de Investigação e Ação Penal), em Lisboa, quando questionado sobre os novos desenvolvimentos do caso de Tancos.

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Sobre se reafirma "que não sabia" o que aconteceu, quer no desaparecimento quer no reaparecimento das armas, o Presidente da República foi perentório: "Eu fui o primeiro, logo em Tancos, a querer todo o esclarecimento de alto a baixo e depois fi-lo todas as semanas, permanentemente. É óbvio que o fiz porque não sabia".

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