BE propõe novo imposto sobre serviços digitais para financiar fundo de apoio à imprensa

Líder bloquista defendeu que a comunicação social "tem um valor importantíssimo na criação de uma cidadania que seja qualificada".
05.02.19
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O BE propôs esta terça-feira a criação de um novo imposto sobre serviços digitais, taxando as grandes multinacionais, cuja receita, em parte, será aplicada num fundo para a imprensa que disponibiliza aos jovens uma assinatura de revista ou jornal.

No encerramento das jornadas parlamentares do BE, em Aveiro, uma das iniciativas anunciadas pelo líder da bancada, Pedro Filipe Soares, foi um agendamento potestativo para 20 de março do projeto de lei que cria de um imposto sobre determinados serviços digitais, uma novidade na legislação portuguesa, que segundo os cálculos apresentados pode gerar receitas entre os 60 e os 100 milhões de euros.

"Sabemos que este imposto é meritório e vale por si só porque responde a uma erosão da riqueza criada no nosso país em benefício de grandes multinacionais, mas sabemos também que a economia digital levanta novos desafios à nossa sociedade", explicou, sendo um deles as dificuldades geradas na valorização das democracias através, por exemplo, das 'fake news'.

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