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Correio da Manhã

Política
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A célula tem tudo o que somos

Gentil Martins defendeu ontem que a vida humana tem início no momento da concepção. O médico, especialista em cirurgia pediátrica e cirurgia plástica, reconstrutiva e estética deu o seu apoio à plataforma Não Obrigada, em mais uma recolha de assinaturas, desta feita, no Chiado, em Lisboa.
29 de Dezembro de 2006 às 00:00
O médico Gentil Martins
O médico Gentil Martins FOTO: Bernardo Coelho
“A célula já tem tudo o que nós somos e o facto de [o aborto] ser frequente não é justificação para se legalizar”, sustenta o médico, que defende ainda que devem ser dadas condições às mulheres que não querem abortar e não têm condições para ter filhos. Gentil Martins recorda que “em 30 anos ninguém foi preso” e defende que “o aborto continuará a ser crime”. Maria do Rosário Carneiro, ex-deputado do PSD, anunciou que a plataforma conta já com quase cinco mil assinaturas, numa recolha de apoios feita pelo País. A campanha continua no início do próximo ano.
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