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Correio da Manhã

Política
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A EMOÇÃO DE BASÍLIO

“Recordamos um punhado de homens e mulheres onde avultam figuras como Ferreira do Amaral e Adelino Amaro da Costa– e que saudades que eu tenho do Freitas do Amaral desse tempo”.
27 de Setembro de 2003 às 00:00
Por entre uma expressão emocionada os aplausos dos cerca de 200 dirigentes e militantes do CDS-PP presentes ontem nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, Basílio Horta exprimiu a ‘saudade’ que decerto muitos dos históricos do partido têm de Freitas do Amaral.
Na abertura simbólica do XIX Congresso do CDS-PP, que se realiza hoje e amanhã na Exponor, em Matosinhos, Basílio teve a incumbência de recordar o cerco de 1975 e a memória do fundador Adelino Amaro da Costa, o “companheiro”, o “político”, o “estadista” e o ”ideólogo”. “Com excepção de Sá Carneiro, nenhum político foi tão atacado nos planos humano, ético e político como Adelino Amaro da Costa”. O histórico do CDS-PP também não esqueceu Lucas Pires. Antes de Basílio, Teresa Caeiro, actual secretária de Estado da Segurança Social, emocionou-se depois de um discurso de cerca de 20 minutos. Isto porque ao recordar a vida do CDS-PP, “penso que o dr. Paulo Portas seria a imagem viva do CDS– tem lutado contra trotskistas, esquerda caviar,pseudo-intelectuais, sondagem mortíferas, crónicas e croniquetas”.
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