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Correio da Manhã

Política
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A mim ninguém me manda calar

“A liberdade de expressão foi conquistada com o 25 de Abril e estão a querer proibir-me de falar sobre os problemas do Algarve”, acusa Macário Correia. O presidente da Câmara de Tavira e da Associação de Municípios do Algarve (AMAL) reage assim às críticas de que foi alvo por parte dos autarcas do PS e deixa o aviso: “A mim ninguém me manda calar”.
9 de Novembro de 2007 às 00:00
Macário diz que está a ser alvo de um ataque pelo PS
Macário diz que está a ser alvo de um ataque pelo PS FOTO: Rui Pando Gomes
O social-democrata acusa o PS de ter “atitudes totalitárias” que “são graves e caem mal a um partido que faz parte do sistema democrático”. E diz estar a ser alvo de um ataque concertado por parte dos socialistas algarvios “porque alguém lhes pediu”.
As críticas a Macário surgiram depois do presidente da AMAL ter vindo culpar a Administração Regional de Saúde do Algarve por agravar a situação do Hospital de Faro após encerrar alguns dos Serviços de Atendimento Permanente da região.
O socialista José Apolinário, presidente da Câmara de Faro, afirmou, no sábado, que Macário devia “no futuro, dar conferências de imprensa na sede do PSD”. Ao mesmo tempo que acusava Macário de “fazer política partidária” com o caso das demissões de médicos no Hospital de Faro.
Já ontem, em nota de imprensa, os autarcas do PS na região afirmaram que “o futuro da AMAL está em risco por culpa de Macário Correia”.
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