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Correio da Manhã

Política
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António Costa diz que dados do INE significam que "economia cresceu"

INE reviu esta segunda-feira em baixa o défice orçamental de 2018, de 0,5% para 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
Lusa 23 de Setembro de 2019 às 14:23
António Costa, líder do PS
António Costa
António Costa
António Costa, líder do PS
António Costa
António Costa
António Costa, líder do PS
António Costa
António Costa
O secretário-geral do PS, António Costa, defendeu esta segunda-feira que os dados das contas nacionais divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) significam que "a economia tem crescido mais do que inicialmente previsto".

"O INE, todos os anos, tem revisto em alta as suas estimativas quanto ao crescimento da economia, que tem crescido mais do que inicialmente previsto", afirmou aos jornalistas António Costa, considerando que isto "significa mais crescimento porque a economia cresceu mais".

António Costa falava aos jornalistas no final do segundo e último frente a frente entre os líderes do PSD e do PS, organizado pelas rádios Antena 1, Rádio Renascença e TSF, realizado na Faculdade de Medicina Dentária, em Lisboa.

"Os resultados desta governação e da governação onde participou Mário Centeno foi o facto do INE ter feito a revisão em alta do crescimento da economia portuguesa. O que implica também uma redução significativa da carga fiscal e uma redução do défice público", sublinhou António Costa.

No final do debate os jornalistas também questionaram o líder do PSD, Rui Rio, sobre os dados do INE, que considerou ser "interessante comentar esses números", mas remeteu um comentário para mais tarde depois de os analisar.

O INE reviu esta segunda-feira em baixa o défice orçamental de 2018, de 0,5% para 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), e reviu em alta o crescimento da economia, de 2,1% para 2,4%.

A carga fiscal de 2018 foi também revista em baixa em cinco décimas, para 34,9% do PIB devido à nova metodologia do Instituto Nacional de Estatística, mantendo-se porém no valor mais alto de sempre.

Já no primeiro semestre deste ano, o défice situou-se em 0,8% do PIB, longe da meta do Governo para o conjunto do ano, de 0,2%.
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