Barra Cofina

Correio da Manhã

Política
2

Avenças altas nunca foram pagas

O Exército garantiu ontem que os especialistas com avenças entre 6700 euros e 14 716 euros por mês, como revelou o CM na edição de sábado passado, “nunca receberam aqueles valores, apesar de estarem previstos no contrato, porque nunca trabalharam 35 horas por semana”, nas palavras do tenente-coronel Hélder Perdigão, porta-voz daquele ramo.
29 de Agosto de 2007 às 00:00
Pinto Ramalho, CEME
Pinto Ramalho, CEME
Hélder Perdigão reafirma que o Exército pretende, por ordem do chefe do Estado Maior do Exército (CEME), “renegociar estas avenças ou fazer outras”. E frisou que o estabelecimento de acordos com clínicas privadas poderá ser uma saída, dado que “quanto mais acordos houver através da ADM [Assistência na Doença dos Militares], menos necessidade há de ter avenças”.
O ramo liderado por Pinto Ramalho diz ainda que o Exército tem, neste momento, 1423 militares a menos, dos quais 1316 soldados, 60 oficiais e 47 sargentos. A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) diz que foram contratados 1233 em excesso.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)