Barra Cofina

Correio da Manhã

Política
1

Bom tempo pode ajudar a combater a abstenção

O principal inimigo da Democracia e a grande ‘dor de cabeça’ dos líderes políticos desde sempre em época de eleições continua a ser a abstenção.
20 de Fevereiro de 2005 às 00:00
A recusa ou impossibilidade de alguns portugueses se dirigirem às urnas tem vindo a crescer desde as eleições legislativas de 1999. No entanto, este ano deverá ser diferente, já que a data marcada para o sufrágio eleitoral foi ‘escolhida a dedo’.
O dia 20 de Fevereiro não coincide com nenhum feriado ou férias dos portugueses e a possibilidade de mau tempo é também uma hipótese excluida... além de que ainda não se entrou em época balnear.
SEMPRE A AUMENTAR
Em 1991, nas legislativas de 6 de Outubro, a abstenção rondou os 32,22 por cento. Quatro anos depois, no dia 1 de Outubro, a abstenção aumentou. Na altura, 38,52 por cento dos eleitores recenseados preferiu outra ocupação do que deslocar-se às urnas para exercer o seu direito cívico. Em 1999, também em Outubro mas a dia 10, a abstenção voltou a preocupar os políticos: desta vez 38,91 por cento, um aumento mínimo.
Nas últimas eleições legislativas, em 2002, desta feita a 17 de Março registou-se um decréscimo do ‘fantasma’ da abstenção, no entanto pouco significativo: 38,52 por cento.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)