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Correio da Manhã

Política
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Cavaco pede vitória à primeira volta

O candidato presidencial Cavaco Silva pediu esta sexta-feira, pela primeira vez, uma vitória à primeira volta, sublinhando que "tudo tem que ficar resolvido no próximo dia 23".
7 de Janeiro de 2011 às 22:11
"Peço a vossa ajuda, em nome de Portugal, no esclarecimento que é necessário para que ninguém fique em casa", apelou Cavaco
'Peço a vossa ajuda, em nome de Portugal, no esclarecimento que é necessário para que ninguém fique em casa', apelou Cavaco FOTO: Lusa

"Peço a vossa ajuda, em nome de Portugal, no esclarecimento que é necessário para que ninguém fique em casa. Temos que decidir e rapidamente, não podemos adiar a decisão, Portugal não aguenta com mais adiamentos, tudo tem que ficar resolvido no próximo dia 23, as coisas são demasiado importantes", afirmou Cavaco Silva, citado pela agência Lusa, num jantar-comício em Évora.  

Falando perante uma plateia de alentejanos, Cavaco Silva não deixou de lembrar a altura em que esteve na região, no âmbito do Roteiro para a Inclusão Social, reclamando para si o facto de ter chamado a atenção para as desigualdades sociais no nosso país.  

"Fui eu, não foram outros a procurar mobilizar os portugueses e a chamar a atenção dos agentes políticos para as desigualdades sociais do nosso país, para os desequilíbrios no desenvolvimento regional, para as situações de pobreza que existem em Portugal, não foram outros que gastam muitas palavras a falar de solidariedade, mas que, na prática, fazem zero", declarou.  

Em resposta implícita àqueles que o acusaram de ter sido pouco interventivo enquanto Presidente da República, Cavaco Silva prometeu ser mais activo, porque "a situação crítica que a Portugal vive hoje é diferente do passado", "é mais difícil" e "muito mais exigente".  

"Não deixarei de exercer a minha magistratura activa com mais atenção, mais persistência, maior força e determinação do que exerci no passado",  prometeu.  
Cavaco pede vitória à primeira volta

O candidato presidencial Cavaco Silva pediu esta sexta-feira, pela primeira vez, uma vitória à primeira volta, sublinhando que "tudo tem que ficar resolvido no próximo dia 23".  

"Peço a vossa ajuda, em nome de Portugal, no esclarecimento que é necessário para que ninguém fique em casa. Temos que decidir e rapidamente, não podemos adiar a decisão, Portugal não aguenta com mais adiamentos, tudo tem que ficar resolvido no próximo dia 23, as coisas são demasiado importantes", afirmou Cavaco Silva, citado pela agência Lusa, num jantar-comício em Évora.  

Falando perante uma plateia de alentejanos, Cavaco Silva não deixou de lembrar a altura em que esteve na região, no âmbito do Roteiro para a Inclusão Social, reclamando para si o facto de ter chamado a atenção para as desigualdades sociais no nosso país.  

"Fui eu, não foram outros a procurar mobilizar os portugueses e a chamar a atenção dos agentes políticos para as desigualdades sociais do nosso país, para os desequilíbrios no desenvolvimento regional, para as situações de pobreza que existem em Portugal, não foram outros que gastam muitas palavras a falar de solidariedade, mas que, na prática, fazem zero", declarou.  

Em resposta implícita àqueles que o acusaram de ter sido pouco interventivo enquanto Presidente da República, Cavaco Silva prometeu ser mais activo, porque "a situação crítica que a Portugal vive hoje é diferente do passado", "é mais difícil" e "muito mais exigente".  

"Não deixarei de exercer a minha magistratura activa com mais atenção, mais persistência, maior força e determinação do que exerci no passado",  prometeu.  

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