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Correio da Manhã

Política
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Cavaco Silva: "Portugueses devem estar sempre vigilantes e não viver de ilusões"

O Presidente da República, Cavaco Silva, exortou esta quinta-feira os portugueses a estarem "sempre vigilantes" e a não viverem "de ilusões".
9 de Junho de 2011 às 14:00
Cavaco Silva proferiu um discurso baseado na história da cidade recorrendo a diversas metáforas e alegorias
Cavaco Silva proferiu um discurso baseado na história da cidade recorrendo a diversas metáforas e alegorias FOTO: Lusa/António José

Na sua primeira intervenção do programa oficial das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem nesta quinta-feira e sexta-feira, em Castelo Branco, Cavaco Silva proferiu um discurso baseado na história da cidade, recorrendo a várias metáforas e alegorias. 

"Castelo Branco é uma lição de resistência e permanente renovação. Uma lição de economia e de visão de futuro. Uma lição que nos ensina a estar sempre vigilantes e a não viver de ilusões", disse o Presidente. 

O Chefe de Estado usava da palavra nos Paços do Concelho, na sessão solene de boas vindas em que também interveio o presidente da autarquia, Joaquim Mourão.           

Citando Amato Lusitano, Cavaco Silva evocou "o caso do doente que não obedeceu às prescrições do médico", relatado na obra 'Centúrias', da autoria do médico nascido há 500 anos em Castelo Branco.           

"Amato nunca mais regressou a casa daquele paciente incumpridor porque", escreveu ele, "aos que não aceitam as ordens dos médicos, não se deve dar conselho médico'", sublinhou, sem se referir explicitamente à actual situação de Portugal.

Cavaco Silva Joaquim Mourão Castelo Branco Presidente da República Comemorações do Dia de Portugal
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