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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Figuras do cavaquismo ao lado de Rio no PSD

Comissão de honra de antigo autarca do Porto junta ex-ministros do passado laranja.

29 de novembro de 2017 às 01:30

A comissão de honra da candidatura de Rui Rio à liderança do PSD reúne um conjunto de personalidades com um percurso em comum: já foram ministros ou consultores de Cavaco Silva, ex-presidente da República e antigo primeiro-ministro. É caso de Manuela Ferreira Leite, Joaquim Ferreira do Amaral, Luís Mira Amaral, Couto Santos, Miguel Cadilhe e Silva Peneda, entre outros.

Da equipa de Belém, destacam-se o ex-chefe da Casa Civil de Cavaco Silva, Nunes Liberato, e os consultores David Justino ou Carlos Blanco de Morais.

Salvo algumas exceções, Rio congregou antigos dirigentes sociais-democratas durante as legislaturas em que Cavaco Silva foi primeiro-ministro, numa espécie de regresso dos barões ao partido.

A equipa é presidida por Paulo Mota Pinto e reúne ainda o que resta do jardinismo: à cabeça está Alberto João Jardim, ex-presidente do Governo da Madeira, mas também Guilherme Silva, que foi até 2015 vice-presidente do Parlamento, além de João Carlos Cunha e Silva, ex-número dois de Jardim na Madeira. Dos Açores, o destaque vai para Mota Amaral, ex-presidente do Parlamento.

Do lado de Santana Lopes, o adversário de Rio nas diretas de 13 de janeiro, a estratégia passou por arregimentar mais de 200 elementos da JSD em postos de coordenação. A JSD tem cerca de 30 mil militantes.

Chaves acelerou queda de Santana e prefere adversário

Henriques Chaves, que integra a comissão de honra de Rio, é um ex-amigo de Santana Lopes, adversário do ex-autarca do Porto nas diretas. Em 2004 foi ministro-adjunto e, depois, ministro do Desporto de Santana.

Não gostou da experiência e demitiu-se, e acusou o então primeiro-ministro de falta de lealdade. Cinco dias depois o governo caiu. Ao ‘Observador’, Chaves diz que não acredita na regeneração das pessoas.

Candidaturas ainda negoceiam debates   

Rui Rio já respondeu, por carta, a Santana Lopes manifestando-se disponível para debates mas admite preferir o encontro com militantes.

"Debate nenhum não é sensato, 20 debates também não é sensato, lá veremos se é um, se são dois, se três, se quatro", disse ontem Rui Rio, no final de uma reunião com o líder da UGT, Carlos Silva.

O candidato à liderança do PSD já indicou a pessoa a negociar com a candidatura de Santana Lopes para definir datas.

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