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Correio da Manhã

Política
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CDS defende que Costa "virou o disco" mas a música de austeridade é a mesma

António Costa insistiu que o aumento do crescimento económico e do emprego geraram mais receitas e contribuições para a Segurança Social.
Lusa 18 de Abril de 2018 às 16:44
Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS-PP
Nuno Magalhães
Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS-PP
Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS-PP
Nuno Magalhães
Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS-PP
Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS-PP
Nuno Magalhães
Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS-PP
O líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, defendeu esta quarta-feira que o primeiro-ministro "virou o disco" mas a música da austeridade é "rigorosamente a mesma", com a diferença que António Costa governa sem 'troika'.

"Garantiu que ia virar a página da austeridade mas, na verdade, o senhor primeiro-ministro apenas virou o disco, porque a música - leia-se, austeridade -, é rigorosamente a mesma. Com uma diferença ou duas: é que é sem 'troika', ao contrário da outra austeridade, e é ao contrário do que o senhor prometeu e hoje ainda enunciou", defendeu Nuno Magalhães.

O presidente da bancada centrista dirigia-se ao primeiro-ministro durante o debate quinzenal no parlamento, centrando-se nas opções do Programa de Estabilidade e reiterando que o executivo fez o maior aumento da carga fiscal e das contribuições desde que há registos.

Na resposta, António Costa insistiu que o aumento do crescimento económico e do emprego geraram mais receitas e contribuições para a Segurança Social.
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