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Correio da Manhã

Política
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CENTRO CULTURAL NO ALENTEJO

Em Campo Maior, vila raiana do distrito de Portalegre, foi inaugurado um centro cultural, do mais moderno que existe no País. “Sem as verbas da União Europeia nada disto era possível”, disse ao Correio da Manhã o presidente da Câmara João Burrica, “o investimento era enorme e nunca poderia ser suportado só pela Câmara municipal”.
1 de Junho de 2004 às 00:00
O projecto do Centro Cultural de Campo Maior teve um custo total de 2,89 milhões de euros. Através do programa AINA (Acção Integrada do Norte Alentejano), este um sub-programa do PORA (Plano Operacional da Região Alentejo), conseguiu-se um financiamento da União Europeia de 70 por cento, ou seja, de 2,22 milhões de euros. “A Câmara teve apenas que suportar a restante verba, na qual estão incluídos 93 mil euros referentes a arranjos exteriores”, explicou o autarca.
Construído para satisfazer as necessidades culturais da população, o Centro Cultural ficou preparado para receber os mais variados eventos, tanto a nível local como nacional. Dança, teatro, cinema, concertos, congressos ou conferências são algumas das actividades que poderão ser realizadas neste espaço multifuncional.
O seu auditório, com capacidade para 216 lugares, seis dos quais para pessoas portadoras de deficiências motoras, está equipado com um projector de cinema, projector multimédia com ligações no palco e circuito interno de captação de imagem. Para além deste espaço, o edifício integra ainda um conjunto de salas com capacidade para mais de 70 pessoas que permitem a realização de outro género de eventos, como acções de formação, palestras, exposições, apresentações temáticas e reuniões.
FUTUROS INVESTIMENTOS
O presidente da Câmara de Campo Maior, João Burrica, conta agora com novo apoio dos programas comunitários para levar a cabo outros projectos que considera fundamentais para o concelho.
A remodelação do jardim municipal da vila e a construção de uma piscina de água aquecida são duas das prioridades do executivo camarário.
“O espaço do jardim precisa de se modernizar, mas as obras custam dois milhões de euros. O projecto das piscinas custa também esse valor. Ambos estão à espera de uma resposta para saber se são comparticipados”, acrescentou o autarca.
Para já fica o centro cultural, um investimento que João Burrica considera que foi “essencial” para a modernização e dinamização da região e que “já está a produzir efeitos em termos sociais e culturais”.
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