"O Chega vai bater-se neste orçamento para que o Estado cumpra aquilo que prometeu ao ensino especial", afirmou André Ventura, em declarações à agência Lusa, à margem de uma visita ao Colégio Eduardo Claparède, em Lisboa, uma instituição de ensino privada que prevê encerrar até ao final do ano letivo, sustentando que o valor atualmente pago (511 euros por aluno) não permite manter os mesmos serviços.
André Ventura assinalou que "desde 2008, 2009, não há atualizações significativas no orçamento da educação especial" e que isso "tem-se refletido na degradação permanente dos serviços de educação especial, na falta de instituições que deem apoio a famílias". O líder do Chega sustentou que o ensino público não consegue cobrir as necessidades que estas crianças têm.