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Correio da Manhã

Política
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Corpo em câmara ardente na sua casa (COM FOTOS)

O corpo de Maria José Nogueira Pinto vai estar esta quarta-feira em câmara ardente na sua residência, no Campo Grande nº 398 em Lisboa, onde, pelas 22h00, será celebrada uma missa, segundo fonte do grupo parlamentar do PSD, citada pela Lusa.
6 de Julho de 2011 às 18:52
Ascensão de Paulo Portas nos centristas não foi do agrado de Maria José, que disputou a liderança do partido com o actual ministro dos Negócios Estrangeiros em 1998
Campanha pelo 'não' no referendo à nova lei da interrupção voluntária da gravidez foi abraçada por Nogueira Pinto
Vitória do centro-direita levou a que Maria José Nogueira Pinto passasse a provedora da Santa Casa Misericórdia de Lisboa em 2003
Em Abril, já visivelmente doente, assistiu ao lançamento do livro de Alberta Marques Fernandes sobre as primeiras-damas de Portugal
Mandato à frente da instituição de solidariedade social não impediu Maria José Nogueira Pinto de permanecer activa na política partidária
Afastou-se definitivamente do CDS em 2007, acusando o deputado Hélder Amaral de a ter agredido
Convidada por Manuel Monteiro a integrar as listas do CDS como independente, Maria José Nogueira Pinto foi eleita deputada e acabou por filiar-se
Nas duas últimas eleições legislativas foi eleita deputada pelo PSD
Foi subsecretária de Estado da Cultura em 1992, no último governo de Cavaco Silva, mas abandonou funções ao chocar com o secretário de Estado Pedro Santana Lopes
A subida de José Ribeiro e Castro à liderança do CDS-PP levou-a a ser a candidata do partido à presidência da Câmara de Lisboa em 2005
A jornalista Maria João Avillez, sua irmã mais velha, entrevistou-a diversas vezes
Casada com Jaime Nogueira Pinto, Maria José foi uma das maiores apoiantes da UNITA e de Jonas Savimbi em Portugal
Maria José foi eleita vereadora e chegou a acordo com Carmona Rodrigues, vencedor das autárquicas em Lisboa
Casada com Jaime Nogueira Pinto, passou longos anos em Angola, de onde fugiu para a África do Sul após a independência do país
Foi uma das figuras que expressaram apoio à segunda candidatura presidencial de Cavaco Silva que, ao contrário da primeira, levaria o ex-primeiro-ministro ao Palácio de Belém
Maria José Nogueira Pinto dedicou a maior parte da sua vida ao exercício de cargos em instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Ascensão de Paulo Portas nos centristas não foi do agrado de Maria José, que disputou a liderança do partido com o actual ministro dos Negócios Estrangeiros em 1998
Campanha pelo 'não' no referendo à nova lei da interrupção voluntária da gravidez foi abraçada por Nogueira Pinto
Vitória do centro-direita levou a que Maria José Nogueira Pinto passasse a provedora da Santa Casa Misericórdia de Lisboa em 2003
Em Abril, já visivelmente doente, assistiu ao lançamento do livro de Alberta Marques Fernandes sobre as primeiras-damas de Portugal
Mandato à frente da instituição de solidariedade social não impediu Maria José Nogueira Pinto de permanecer activa na política partidária
Afastou-se definitivamente do CDS em 2007, acusando o deputado Hélder Amaral de a ter agredido
Convidada por Manuel Monteiro a integrar as listas do CDS como independente, Maria José Nogueira Pinto foi eleita deputada e acabou por filiar-se
Nas duas últimas eleições legislativas foi eleita deputada pelo PSD
Foi subsecretária de Estado da Cultura em 1992, no último governo de Cavaco Silva, mas abandonou funções ao chocar com o secretário de Estado Pedro Santana Lopes
A subida de José Ribeiro e Castro à liderança do CDS-PP levou-a a ser a candidata do partido à presidência da Câmara de Lisboa em 2005
A jornalista Maria João Avillez, sua irmã mais velha, entrevistou-a diversas vezes
Casada com Jaime Nogueira Pinto, Maria José foi uma das maiores apoiantes da UNITA e de Jonas Savimbi em Portugal
Maria José foi eleita vereadora e chegou a acordo com Carmona Rodrigues, vencedor das autárquicas em Lisboa
Casada com Jaime Nogueira Pinto, passou longos anos em Angola, de onde fugiu para a África do Sul após a independência do país
Foi uma das figuras que expressaram apoio à segunda candidatura presidencial de Cavaco Silva que, ao contrário da primeira, levaria o ex-primeiro-ministro ao Palácio de Belém
Maria José Nogueira Pinto dedicou a maior parte da sua vida ao exercício de cargos em instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Ascensão de Paulo Portas nos centristas não foi do agrado de Maria José, que disputou a liderança do partido com o actual ministro dos Negócios Estrangeiros em 1998
Campanha pelo 'não' no referendo à nova lei da interrupção voluntária da gravidez foi abraçada por Nogueira Pinto
Vitória do centro-direita levou a que Maria José Nogueira Pinto passasse a provedora da Santa Casa Misericórdia de Lisboa em 2003
Em Abril, já visivelmente doente, assistiu ao lançamento do livro de Alberta Marques Fernandes sobre as primeiras-damas de Portugal
Mandato à frente da instituição de solidariedade social não impediu Maria José Nogueira Pinto de permanecer activa na política partidária
Afastou-se definitivamente do CDS em 2007, acusando o deputado Hélder Amaral de a ter agredido
Convidada por Manuel Monteiro a integrar as listas do CDS como independente, Maria José Nogueira Pinto foi eleita deputada e acabou por filiar-se
Nas duas últimas eleições legislativas foi eleita deputada pelo PSD
Foi subsecretária de Estado da Cultura em 1992, no último governo de Cavaco Silva, mas abandonou funções ao chocar com o secretário de Estado Pedro Santana Lopes
A subida de José Ribeiro e Castro à liderança do CDS-PP levou-a a ser a candidata do partido à presidência da Câmara de Lisboa em 2005
A jornalista Maria João Avillez, sua irmã mais velha, entrevistou-a diversas vezes
Casada com Jaime Nogueira Pinto, Maria José foi uma das maiores apoiantes da UNITA e de Jonas Savimbi em Portugal
Maria José foi eleita vereadora e chegou a acordo com Carmona Rodrigues, vencedor das autárquicas em Lisboa
Casada com Jaime Nogueira Pinto, passou longos anos em Angola, de onde fugiu para a África do Sul após a independência do país
Foi uma das figuras que expressaram apoio à segunda candidatura presidencial de Cavaco Silva que, ao contrário da primeira, levaria o ex-primeiro-ministro ao Palácio de Belém
Maria José Nogueira Pinto dedicou a maior parte da sua vida ao exercício de cargos em instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Esta quinta-feira, terá lugar uma eucaristia, pelas 14h00, na mesma residência, seguindo o funeral para o cemitério das Caldas da Rainha. O cortejo fúnebre parte à tarde de Lisboa para a aldeia À-dos-Negros, em Óbidos, onde o funeral terá lugar no cemitério local, pelas 18h00.

Maria José Pinto da Cunha Avilez Nogueira Pinto, morreu, aos 59 anos, vítima de cancro. Foi deputada entre 1995 e 1999, eleita pelo CDS-PP, e depois entre 2009 até à data, mas pelo PSD. Na atual legislatura, esteve presente nas duas primeiras sessões plenárias, referentes à eleição da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, não tendo já comparecido à discussão do Programa do Governo, quinta e sexta-feira da semana passada.

Nogueira Pinto nasceu a 23 de Março de 1952 e foi casada durante 39 anos com o empresário de escritor Jaime Nogueira Pinto, com quem teve três filhos: Eduardo, de 38 anos, Catarina, de 35, e Teresa, de 27.

CAVACO APELIDA-A DE "MULHER DE FÉ"

Entretanto o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, também já reagiu à morte de Maria José Nogueira Pinto, considerando-a "uma mulher de fé e de causas" com "uma personalidade de invulgar dimensão humana".

maria josé nogueira pinto cds-pp pr cavaco jaime nogueira pinto
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