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Correio da Manhã

Política
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Cristas quer que o CDS seja “a primeira escolha”

No encerramento do congresso, em Lamego, a líder centrista assumiu-se como “a alternativa ao Governo”.
Luís Oliveira 12 de Março de 2018 às 09:02
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
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Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas
Assunção Cristas perdeu cerca de seis pontos percentuais face a 2016, mas foi reeleita com quase 90% dos votos
Assunção Cristas, ontem reeleita presidente do CDS-PP no congresso realizado em Lamego, diz que vai trabalhar para que o partido seja "a primeira escolha" do eleitorado, defendendo que nas eleições legislativas só os centristas são uma escolha "clara, segura e inequívoca". Rui Rio, líder do PSD, que ouvia o discurso na primeira fila, não esboçou qualquer movimento facial, mas a secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, sorriu.

Assunção Cristas, que foi eleita com perto de 90% dos votos (menos cerca de seis pontos percentuais do que há dois anos), saiu do 27º congresso do CDS a garantir que é "a alternativa, a opção dos que rejeitam o socialismo, que nos governou em 14 dos últimos 20 anos, que passou 14 anos a endividar-nos e a comprometer o futuro das novas gerações e a afastar-nos da média europeia".

No discurso de encerramento do conclave centrista, Cristas deixou "uma palavra especial" ao presidente do PSD, sem nunca lhe dizer que era primeira alternativa [para formar governo] e melhor do que ele - o que aconteceu na véspera. No fim, Rui Rio disse que a líder do CDS "fez o seu papel". "Acho que a doutora Assunção Cristas disse o que lhe compete dizer. Naturalmente que há uma diferença muito grande de votações e intenções de voto, mas está a fazer o papel dela e muito bem", argumentou.

No que respeita às apostas políticas, Assunção Cristas reforçou a demografia, o território e a inovação como áreas fundamentais de intervenção do partido. E insistiu na criação de um "estatuto fiscal para o interior e melhores condições regulatórias". "O interior da nossa visão não se desenvolve com mais políticos, mais entidades, mais institutos, mais burocracia. O interior desenvolve-se fazendo dele uma zona franca regulatória, o sítio da Europa onde mais facilmente se pode testar uma ideia, o local privilegiado para crescer e fazer crescer", descreveu Cristas, para quem "o voto útil acabou".

"Acabou o voto para o primeiro lugar. Em 2019, para governar, não é preciso ficar em primeiro lugar, é preciso garantir o apoio de um conjunto de 116 deputados. Em 2015, os portugueses foram ao engano porque não tinham qualquer referência para antecipar o que depois aconteceu", apontou Cristas.

Mota Soares e Raquel Vaz Pinto integram lista de Nuno Melo às eleições europeias
No sábado, Assunção Cristas anunciou o eurodeputado Nuno Melo como cabeça de lista do CDS ao Parlamento Europeu, nas eleições europeias de maio de 2019. Nuno Melo, o dirigente centrista mais aplaudido no congresso a seguir a Assunção Cristas, vai ter nas suas listas Pedro Mota Soares, Raquel Vaz Pinto e Vasco Weinberg. O anúncio destes três nomes foi feito no discurso de encerramento de Cristas, que quer "dobrar" a última votação. "Trabalharemos todos intensamente com Nuno Melo para dobrar o resultado", referiu.

"Esperavam um congresso perfeito mas já não vai ser"
O neto de um deputado do Estado Novo, Carlos Meira, do CDS/Viana do Castelo, destoou no palco. "Esperavam um congresso perfeito, mas já não vai ser", disse. "Portugal é mais do que Lisboa", disse de dedo em riste. "Não lhe devo nada."
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