Chega afirma que “não tem havido diferença” entre a governação do PSD e do PS. PCP critica descida do IRC e acusa Executivo de ser “um mãos-largas para as grandes empresas”.
O debate desta quarta-feira do Estado da Nação, no Parlamento, irá pôr à prova as medidas aplicadas pelo Governo nos 100 dias de governação, com a oposição a colocar em causa o trabalho do Executivo.
À direita, o Chega vai trazer para cima da mesa os temas da Saúde, migração e forças de segurança, assuntos onde a bancada considera que “não tem havido diferença entre o PSD e o PS”, afirmou ao CM o líder parlamentar do partido, Pedro Pinto, acrescentando que “os portugueses não sentiram diferença, apesar das muitas promessas do Governo”. Já a Iniciativa Liberal exige que se faça mais para além de anúncios.
À esquerda, o PS acusou o Governo de prejudicar o Estado social e prometeu apresentar propostas para a Justiça e migração em setembro. Paula Santos, líder da bancada do PCP, explicou ao CM que o partido se vai centrar nas “desigualdades e injustiças”, com foco nos aumentos dos lucros das grandes empresas, onde também se abrange a descida do IRC. “Não há uma palavra sobre salários e pensões, mas para as grandes empresas são uns mãos-largas”, acrescentou. O Bloco de Esquerda também criticou as medidas para uma “elite privilegiada” e o Livre lamentou que o País esteja perdido em polémicas.
Do lado dos sociais-democratas, a crença é que a oposição terá dificuldades para criticar o Governo, depois das medidas avançadas pelo Executivo de Luís Montenegro.
O debate desta quarta-feira do Estado da Nação, no Parlamento, irá pôr à prova as medidas aplicadas pelo Governo nos 100 dias de governação, com a oposição a colocar em causa o trabalho do Executivo.À direita, o Chega vai trazer para cima da mesa os temas da Saúde, migração e forças de segurança, assuntos onde a bancada considera que “não tem havido diferença entre o PSD e o PS”, afirmou ao CM o líder parlamentar do partido, Pedro Pinto, acrescentando que “os portugueses não sentiram diferença, apesar das muitas promessas do Governo”. Já a Iniciativa Liberal exige que se faça mais para além de anúncios.À esquerda, o PS acusou o Governo de prejudicar o Estado social e prometeu apresentar propostas para a Justiça e migração em setembro. Paula Santos, líder da bancada do PCP, explicou ao CM que o partido se vai centrar nas “desigualdades e injustiças”, com foco nos aumentos dos lucros das grandes empresas, onde também se abrange a descida do IRC. “Não há uma palavra sobre salários e pensões, mas para as grandes empresas são uns mãos-largas”, acrescentou. O Bloco de Esquerda também criticou as medidas para uma “elite privilegiada” e o Livre lamentou que o País esteja perdido em polémicas.Do lado dos sociais-democratas, a crença é que a oposição terá dificuldades para criticar o Governo, depois das medidas avançadas pelo Executivo de Luís Montenegro.SAIBA MAIS
O debate do Estado da Nação irá durar cerca de quatro horas e começa às 9h00. O Governo terá 40 minutos para abrir a discussão e 10 minutos para o encerramento, sendo que o primeiro pedido de esclarecimentos caberá ao PS.
ÚLTIMO ANTES DAS FÉRIAS
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, está de regresso ao Parlamento para o último debate com a sua presença antes das férias dos deputados. Dia 10 de setembro retomam os trabalhos na Assembleia da República.
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