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Correio da Manhã

Política
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“Despedimento não é caminho”

O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, recusa o caminho dos despedimentos na Função Pública, mas está consciente de que a medida vai ser imposta se Portugal não fizer as reformas necessárias. "Claro que, se continuarmos a não tomar as medidas que são necessárias, um dia aparecerá alguma instituição a dizer: os senhores têm de fazer como outros países que também despediram pessoas não Função Pública. Mas esse não é o caminho que nós queremos seguir", afirmou Pedro Passos Coelho, no final das jornadas parlamentares do PSD, em Braga.
2 de Fevereiro de 2011 às 00:30
O líder do PSD, Passos Coelho, tem repetido que não tem pressa para chegar ao Poder
O líder do PSD, Passos Coelho, tem repetido que não tem pressa para chegar ao Poder FOTO: Hugo Delgado/Lusa

No seu discurso de encerramento, o presidente do PSD considerou ainda que Portugal está a ter "ajuda europeia importante" em termos de acesso ao financiamento externo, sem o qual já teria "colapsado financeiramente". E acusou o executivo do PS de "andar pelo mundo inteiro de mão estendida a ver se nos compram a única coisa que o Governo sabe exportar, que é dívida", insistindo que "é importante que se diga" que Portugal está dependente da ajuda europeia.

Quanto à hipótese de se reduzir o número de deputados, Passos Coelho referiu que se o PS está disponível é "excelente".

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