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Correio da Manhã

Política
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Marcelo afasta desconfinamento "sem critério antes da Páscoa"

Presidente da República garante que "desconfinar a correr por causa dos números destes dias será tão tentador como leviano".
Mariana Ferreira e Pedro Zagacho Gonçalves(pedrogoncalves@cmjornal.pt) 25 de Fevereiro de 2021 às 20:02
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao país sobre a renovação do estado de emergência no contexto do combate à covid-19 no Palácio de Belém, Lisboa, 25 de fevereiro de 2021.
Presidente da República
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao país sobre a renovação do estado de emergência no contexto do combate à covid-19 no Palácio de Belém, Lisboa, 25 de fevereiro de 2021.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao país sobre a renovação do estado de emergência no contexto do combate à covid-19 no Palácio de Belém, Lisboa, 25 de fevereiro de 2021.
Presidente da República
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao país sobre a renovação do estado de emergência no contexto do combate à covid-19 no Palácio de Belém, Lisboa, 25 de fevereiro de 2021.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao país sobre a renovação do estado de emergência no contexto do combate à covid-19 no Palácio de Belém, Lisboa, 25 de fevereiro de 2021.
Presidente da República
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao país sobre a renovação do estado de emergência no contexto do combate à covid-19 no Palácio de Belém, Lisboa, 25 de fevereiro de 2021.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse esta quinta-feira que apesar de ser "tentador defender que é necessário abrir e desconfinar rapidamente", o número de internamentos Covid-19 ainda é "o dobro do indicado por especialistas".

"A Páscoa é um tempo arriscado para mensagens confusas ou contraditórias. Que se estude e prepare bem o dia seguinte, e que se escolha bem esse dia, sem precipitações para não repetir o que já se conheceu", alertou o Chefe de estado.

Devido aos atrasos nas entregas das vacinas, "não haverá provavelmente no próximo mês, mês e meio, tudo o que se quer garantir, desde logo nas escolas", disse Marcelo.

Marcelo afasta assim um desconfinamento em março: "Não se confunda estudar e planear com desconfinar. Desconfinar a correr por causa dos números destes dias será tão tentador como leviano. Todos sabemos que os números sobem sempre mais depressa do que descem", sublinhou.

"Um povo que não conhece a sua História está condenado a repeti-la. Temos a certeza de que se formos sensatos, o pior já passou", terminou Marcelo Rebelo de Sousa.

Este discurso ocorreu na sequência da aprovação pelo parlamento do diploma que renova o Estado de Emergência até 16 de março.

Marcelo Rebelo de Sousa considera que se impõe manter o Estado de Emergência para "permitir ao Governo continuar a tomar as medidas mais adequadas para combater esta fase da pandemia" de covid-19, mas pede ao executivo que "aprove igualmente as indispensáveis medidas de apoio" às famílias e empresas, incluindo moratórias e apoios a fundo perdido.

Este foi o 12.º diploma do estado de emergência que o chefe de Estado submeteu para autorização do parlamento no atual contexto de pandemia de covid-19.

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