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Correio da Manhã

Política
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Ex-provedora reúne-se hoje com Rui Cunha

Maria José Nogueira Pinto, ex-provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, reúne hoje com Rui Cunha, o seu sucessor na instituição, com o objectivo de discutir a passagem de testemunho entre as duas comissões de serviço.
19 de Agosto de 2005 às 00:00
Carlos Monteiro, Anacoreta Correia e Nogueira Pinto
Carlos Monteiro, Anacoreta Correia e Nogueira Pinto FOTO: Jorge Godinho
Segundo a candidata à Câmara de Lisboa pelo CDS-PP, o almoço surge na sequência da impossibilidade de cumprir os últimos dias de mandato na Santa Casa por estar envolvida nas iniciativas de campanha: “O que vou fazer é um relatório mais circunstancial do que deixámos”, explicou ao CM no final de uma vista ao Museu da Carris, acção centrada na mobilidade e nos transportes da cidade de Lisboa.
Em relação ao tempo em que geriu a Santa Casa, Nogueira Pinto deixou falar a saudade: “Foi um bom tempo para mim, uma comissão de serviço que fiz com muito gosto”. Ainda assim, disse estar já “habituada a estas mudanças” e sublinhou: “A afectividade mantém-se, mas não existe um sentimento de pertença. O novo provedor e a sua equipa são livres de desenhar a estratégia que entenderem”. A candidata do CDS mostrou-se disponível para colaborar com o actual provedor e afirmou estar “muito tranquila” em relação à sucessão: “Passo o cargo com todo o gosto e orgulho”.
No campo da acção política, Maria José Nogueira Pinto apresentou os dez pontos-chave da candidatura no âmbito da mobilidade. Considerou que a Autoridade Metropolitana de Transportes foi “um grande flop”, destacou a necessidade de uma maior “capacidade de liderança do presidente da câmara”, dando como exemplo a “articulação nula” com o porto de Lisboa e “deficiente” com a Carris.
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