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Correio da Manhã

Política
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Feijoada e queixas

“As Forças Armadas levam 24 meses a pagar aos fornecedores, devem-me 230 mil euros. Já pensei em escrever à Odete Santos, mas os deputados não querem saber do que se está a passar no País.”
13 de Janeiro de 2006 às 00:00
Jerónimo de Sousa ouviu a população
Jerónimo de Sousa ouviu a população FOTO: Paulo Novais, Lusa
O lamento de Saúl Meneses, que fornece frutas e hortaliças ao Ministério de Defesa, apanhou Jerónimo de Sousa desprevenido, que lá foi aconselhando o comerciante de Coimbra a escrever cartas para o Parlamento. Na cidade de Alegre, Jerónimo recusou falar em disputas.
“Não há terras ou zonas de Portugal só de um candidato”, frisou ao CM. Pelo menos a arruada ajudou a digerir a feijoada que o candidato comeu na cantina da Universidade de Coimbra.
MELHOR
A visita à Unidade de Cuidados Paliativos do IPO.
PIOR
Encontro com apenas 20 agricultores em Montemor.
PROMESSA
“O direito ao emprego não será traído”.
SECRETO
Castiçais. A cooperativa ‘Ceramica e Estrela de Coinimbriga’ ofereceu dois casticais a Jerónimo.
Pausa. A pequena comitiva, comunista parou, de propósito, em Alfarelos, para beber um fino, comer umas azeitonas e fumar um cigarro.
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