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Correio da Manhã

Política
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Marcelo diz que tudo o que fortaleça a pertença à UE é bom

Presidente da República não se quis alongar nos comentários sobre as eleições francesas.
Lusa 24 de Abril de 2017 às 20:09
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou esta segunda-feira que tudo o que fortaleça a pertença da França à União Europeia e o espírito europeu é bom e tudo o que o enfraqueça é mau.

Este foi o único comentário que Marcelo Rebelo de Sousa quis fazer sobre as eleições francesas deste domingo, em que os dois candidatos mais votados foram o liberal pró-europeu Emmanuel Macron e a líder da extrema-direita francesa Marine Le Pen, anti União Europeia, que se vão defrontar numa segunda volta, no dia 7 de maio.

"Em geral, penso que tudo o que, noutro país nosso parceiro na União Europeia, fortaleça a União Europeia, a pertença à União Europeia, o espírito europeu, da minha ótica é bom. Tudo o que enfraqueça, da minha ótica, não é bom", declarou o chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que isto era "o máximo" que podia dizer sobre as eleições presidenciais em França, porque "o Presidente da República Portuguesa não deve comentar eleições de outro país qualquer".

"E aqui não é sequer um país qualquer. É um parceiro da União Europeia, onde temos uma comunidade enormíssima, importantíssima de portugueses e de luso-descendentes, e que certamente têm sensibilidades muito diversas e votaram de formas muito diferentes", salientou.

Segundo os resultados definitivos publicados hoje pelo Ministério do Interior francês, o independente Emmanuel Macron venceu a primeira volta das presidenciais francesas com 24,01% dos votos, à frente da líder da Frente Nacional, Marine Le Pen, que conseguiu 21,30% dos votos.

O candidato conservador François Fillon, do partido republicano, ficou na terceira posição com 20,01% dos votos, seguido pelo candidato da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon com 19,58% dos votos.

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