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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Goldman de Barroso contra Carlos Costa

Banco de Portugal enfrenta processo por ter transferido dívida para o BES.

10 de julho de 2016 às 09:23

O ex-presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, entra para a Goldman Sachs numa altura em que a instituição tem um processo em tribunal contra o Banco de Portugal por causa de um empréstimo de 835 milhões de dólares (755 milhões de euros) concedido ao BES, através da Oak Finance.

Segundo o ‘Wall Street Journal’, na operação, concluída a dois meses da resolução do BES, terão estado envolvidos o consultor José Luís Arnaut e o então ‘partner’ António Esteves, que saiu este ano.O negócio foi ruinoso, mas o Banco de Portugal, liderado por Carlos Costa, diz que a Oak Finance que "atuara por conta da Goldman Sachs", é um acionista qualificado do BES, razão pela qual não ficou no Novo Banco, mas no banco mau.

Barroso é o novo ‘chairman’ da Goldman Sachs, o banco que fez consultadoria à Parpública – gestora da carteira de títulos do Estado e património – nas privatizações da Galp e da EDP, entre fevereiro de 2004 e abril de 2005.O ex-governante foi primeiro-ministro até junho de 2004. Mas a influência da Goldman Sachs vai mais além. Chegou a assessorar o processo do TGV e integrou o sindicato de bancos na emissão de 4 mil milhões de euros de obrigações do Tesouro em janeiro de 2016.

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