Governo mantém intenção de contabilizar "2 anos, 9 meses e 18 dias" para professores

O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros acrescentou que "a não entrada em vigor desse diploma prejudicaria os professores".
Por Lusa|06.12.18
O Governo mantém a intenção de contabilizar, já a partir de janeiro, "dois anos, nove meses e 18 dias" do tempo de serviço que esteve mais de nove anos congelado para a progressão nas carreiras dos professores.

A garantia foi dada pelo secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Tiago Antunes, em conferência de imprensa, após a reunião governamental semanal, a qual teve à porta do edifício da rua Professor Gomes Teixeira, em Lisboa, uma manifestação de docentes, que reclamaram a reposição de "nove anos, quatro meses e dois dias".

"Não foi hoje aprovado o decreto-lei a esse respeito, não foi tratado, mas o Governo mantém a intenção de completar esse processo legislativo até final deste ano. Mantém para que esse diploma, que já foi objeto de apreciação e aprovação na generalidade, possa entrar em vigor a 01 de janeiro de 2019 e os professores possam colher os efeitos e benefícios desse regime", afirmou Tiago Antunes.

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