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Correio da Manhã

Política
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Centeno afirma que "o que vimos foi a esquerda a desviar-se para ser ultrapassada pela direita"

Ministro das Finanças considerou que o diploma "na sua raiz" correspondia às propostas do CDS e do PSD.
Lusa 3 de Maio de 2019 às 20:43
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno no Parlamento
Mário Centeno no Parlamento
Mário Centeno, Minitro das Finanças
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno no Parlamento
Mário Centeno no Parlamento
Mário Centeno, Minitro das Finanças
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno no Parlamento
Mário Centeno no Parlamento
Mário Centeno, Minitro das Finanças
Mário Centeno

O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou esta sexta-feira que a aprovação das propostas de alteração que recuperam o tempo integral de serviço dos professores mostram "a esquerda a desviar-se para ser ultrapassada pela direita".

"O que ontem vimos foi a esquerda a desviar-se para ser ultrapassada pela direita e aprovar algo que não estava nas nossas posições comuns", disse o ministro das Finanças em entrevista à SIC.

Mário Centeno considerou que o diploma "na sua raiz" correspondia às propostas do CDS e do PSD e o que o Bloco de Esquerda (BE) e o PCP fizeram foi "abster-se numa boa parte do diploma".

"O que foi aprovado não foi a proposta do BE nem do PCP, mas sim o diploma que tem na raiz as propostas do CDS e do PSD às quais estes partidos tiraram os travões da sustentabilidade", sublinhou o governante.

"Em política, e em particular na condução da governação, as cautelas não se medem por estarmos ou não sozinhos", considerou.

Bloco de Esquerda CDS ministro das Finanças Mário Centeno SIC BE PSD PCP
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