Governo quer consequências para culpados "sem olhar a quem" sobre créditos concedidos pela CGD

Secretário de Estado Adjunto e das Finanças não falou do pedido de exoneração do governador do Banco de Portugal.
11.02.19
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O secretário de Estado Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix, garante que estão ser apuradas responsabilidades, tanto do ponto de vista criminal, como do contra-ordenacional e civil, sobre a questão dos créditos concedidos pela Caixa Geral de Depósitos e que eventuais consequências não terão em conta os protagonistas mas sim os factos.

A reação do governante, citado pelo Expresso, surgiu depois do Bloco de Esquerda defender a exoneração do governador do Banco de Portugal.  A continuidade de Carlos Costa começou a ser debatida depois de a revista SÁBADO ter divulgado atas que revelam que o governador tinha participado, quando foi administrador da Caixa Geral de Depósitos, em reuniões que aprovaram créditos problemáticos.

"Serão tiradas todas as consequências sem olhar a quem", disse Mourinho Félix, esta segunda-feira. 
 
O governador do Banco de Portugal exerceu funções de administrador do banco estatal entre abril de 2004 e setembro de 2006, tendo sido responsável pelas áreas de marketing e interacional da instituição financeira. 

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