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Correio da Manhã

Política
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Jardim defende acordo nacional

Num artigo publicado esta terça-feira no ‘Jornal da Madeira’, Alberto João Jardim defende a celebração de um "acordo nacional" para alterar a Constituição, defendendo que o País tem vivido num regime de "rotativismo monótono" e "pouco eficiente" desde 1976.
25 de Abril de 2006 às 17:16
Alberto João Jardim
Alberto João Jardim FOTO: d.r.
"A História do regime da Constituição de 1976 é um rotativismo monótono, pouco eficiente face aos desafios e desígnios nacionais que se nos apresentaram e se nos apresentam", escreve o presidente do Governo Regional da Madeira e líder do PSD local.
Alberto João Jardim argumenta que este “rotativismo monótono” é protagonizado por "um centro-direita mergulhado num debilitante politicamente correcto”, que “não é sinónimo das reformas profundas que Portugal exige", e por "um socialismo, que nem o é, preocupado sempre com a apropriação partidária do Estado e com a propaganda política despudorada".
Para ultrapassar esta situação, o presidente do Governo Regional da Madeira defende a celebração de "um acordo nacional necessário” para modificar na Constituição da República as normas que, em seu entender, impedem o desenvolvimento e a modernização de Portugal, sem pôr em causa os Direitos, Liberdades e Garantias dos Cidadãos, que considera estarem “bem estabelecidos no texto constitucional”.
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