Jerónimo aponta desemprego e salários injustos como causas da emigração

António Costa anunciou que o OE 2019 terá "incentivos fortes" para fazer regressar a Portugal quem emigrou de 2011 a 2015.
27.08.18
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O secretário-geral do PCP apontou esta segunda-feira a falta de emprego e de "salários justos" como as causas da emigração, rejeitando que tenha sido o nível do IRS a forçar os portugueses a sair do país.

"Aqueles que partiram forçados durante quatro anos, particularmente os jovens, que foram massacrados nos seus direitos, nos seus salários, nos seus vínculos, tiveram que rumar ao estrangeiro, mas não foi por causa do nível do IRS, foi por razões de falta de emprego, por falta de salários justos", disse à agência Lusa Jerónimo de Sousa, durante uma visita às Festas de Corroios, no Seixal.

No sábado, o secretário-geral do PS e primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Orçamento de Estado para 2019 terá "incentivos fortes" para fazer regressar a Portugal quem emigrou de 2011 a 2015, desde benefícios fiscais a deduções dos custos do regresso.

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