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Correio da Manhã

Política
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Marcelo diz que Portugal ainda não fez o suficiente para resolver problemas dos deficientes

O Presidente afirma que foram feitos avanços nos últimos anos e defendeu que "todos os dias" têm que ser Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Lusa 3 de Dezembro de 2018 às 21:26
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
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Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República elogiou esta segunda-feira o trabalho feito pelo Estado e pelas instituições nos últimos anos na resolução dos problemas das pessoas com deficiência em Portugal, mas avisou que ainda não é o suficiente.

"Fizemos bastante, mas não fizemos ainda o suficiente", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa no encerramento das comemorações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, em Odivelas, depois de usar o tempo verbal "fizemos" antes de enumerar o que, de bem, o país fez nesta área nos últimos 30 ou 40 anos, em democracia.

O Presidente, que defendeu que "todos os dias" têm que ser Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, fez o elogio às instituições, aos voluntários, a quem, no Estado, ao longo dos anos e de vários governos, foi ajudando a fazer evoluir o combate a estes problemas.

A José António Vieira da Silva, titular da pasta do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, chamou "ministro empenhado", e a Ana Sofia Antunes, secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, "apostola desta missão".

Apesar dos avanços, Marcelo Rebelo de Sousa falou também do tempo que o país demorou a "olhar os cuidadores formais e informais", eventualmente por se pensar que seria possível encontrar "uma solução para o problema".

Para o futuro, sugeriu que é possível "ir mais longe no mecenato" e no apoio a instituições e pessoas com deficiência, tendo em conta "os pilares" para a ação que se deve incentivar para a melhoria de acessibilidades públicas, a atenção a dar à educação e às condições de acesso ao mercado de trabalho.

O ministro Vieira da Silva deu alguns exemplos das "políticas públicas" empreendidas pelo Governo e sublinhou a importância da integração social, em ações que estimulem as pessoas com deficiência a frequentarem o ensino, como passo para a integração no mercado de trabalho.

E deu o exemplo da prestação para pessoas com deficiência, que "não é sujeita a condição de recursos", não dependendo de rendimentos, e que foi alargado desde 2017.
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