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Correio da Manhã

Política
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Marcelo paciente dá até dois anos ao Governo

Chefe de Estado diz que Executivo tem de encontrar soluções para a floresta até ao final da legislatura e dar apoio às populações.
Cristina Rita 29 de Outubro de 2017 às 01:30
Marcelo Rebelo de Sousa no mercado da Graça, em Ponta Delgada, cortou a casca de um ananás para o saborear
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa no mercado da Graça, em Ponta Delgada, cortou a casca de um ananás para o saborear
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa no mercado da Graça, em Ponta Delgada, cortou a casca de um ananás para o saborear
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República aproveitou ontem uma conversa informal com um açoriano, no mercado da Graça, em Ponta Delgada, para enviar mais um recado ao Governo sobre a tragédia dos incêndios: "O Governo tem menos de dois anos para resolver o problema."

Marcelo Rebelo de Sousa garantiu que não vai abandonar as populações afetadas pelos incêndios que devastaram o País, entre Junho e Outubro, e por isso estará em Pedrógão Grande no Natal e no Ano Novo, num dos concelhos mais afetados pelos fogos de outubro.

Assim, o Presidente prometeu que "não larga" o caso dos incêndios , colocando pressão no Governo de António Costa.
No rescaldo da tensão entre Belém e São Bento, por causa dos fogos, Marcelo também não deixou escapar um elogio de uma mulher às suas capacidades. "É muito paciente", atirou essa senhora, citada pela Lusa.

Aí, o Chefe de Estado aproveitou a deixa para concordar. "Ora, até que enfim que alguém me compreende. Exatamente: muito paciente", retorquiu Marcelo, a distribuir beijos, selfies e autógrafos.

O Presidente volta em breve à estrada para falar com as populações afetadas, mas amanhã recebe o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, no Conselho de Estado.

No dia seguinte estará em Coimbra para a cerimónia de ‘honoris causa’ de Juncker, ao lado de Costa, na primeira aparição pública dos dois, após a tragédia dos incêndios.


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