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Correio da Manhã

Política
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Marcelo quer que furtos em Tancos sejam investigados "até ao fim"

Presidente da República garante que, se for necessário, serão tomadas "medidas cautelares" durante a investigação.
2 de Julho de 2017 às 18:22
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalista durante visita ao Hospital de Sant'ana
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalista durante visita ao Hospital de Sant'ana
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalista durante visita ao Hospital de Sant'ana
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalista durante visita ao Hospital de Sant'ana
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalista durante visita ao Hospital de Sant'ana
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou aos jornalista durante visita ao Hospital de Sant'ana
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve este domingo à tarde no Hospital de Sant'ana, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e não se escusou a falar da polémica relacionada com o roubo de material militar em Tancos. 

Aos jornalistas, Marcelo garantiu que, se necessário, serão tomadas "medidas cautelares" durante a investigação deste caso, assegurando que "tem de haver nesta matéria uma investigação que apure tudo", pois trata-se de uma situação grave que "tem de ser investigada até ao fim". 



"É importante que se investigue para prevenir o futuro. Não podemos, em matéria de furto de material militar, ter furtos desta dimensão. Há que prevenir para que não volte a acontecer", insiste o Presidente da República, que não esqueceu outros casos similares, ocorridos recentemente noutros países. 

"É preciso investigar se há alguma ligação entre este furto e furtos que têm acontecido nos últimos dois anos em países membros da NATO", salientou, não deixando de parte a possibilidade de tomar medidas cautelares durante a investigação. 

"Se, no percurso da investigação, que ainda não está no fim, for necessário tomar medidas cautelares, então elas devem ser tomadas", rematou.
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